Bebês nascem grudados com apenas 20% de chance de sobreviver, mas fizeram uma cirurgia que pode mudar suas vidas.

Os irmãos tinham apenas 20% de chance de sobreviver, porém eles superaram as expectativas de todos.

Na cidade de Cincinnati, nos Estados Unidos, uma mãe estava muito ansiosa para o nascimento de seus filhos gêmeos. Porém, durante a sua gravidez, os médicos observaram que havia algo de estranho com os bebês, houve uma má formação corporal em ambas as crianças e o médico informou à mãe que eles nasceriam grudados e que eles compartilhariam alguns órgãos essenciais para a sobrevivência do ser humano e por isso precisariam de uma cirurgia logo após o nascimento.

Quando os bebês nasceram, os médicos diagnosticaram que cada bebê tinha seu próprio coração, porém eles compartilhavam o estômago e o fígado, e a cirurgia para tentar separá-los poderia ser de grande risco. Foi estimado que os bebês, Shylah e Selah, teriam apenas 20% de chance de sobreviver à cirurgia. Caso sobrevivessem, poderiam arcar com muitas sequelas futuramente.

Porém era necessário tentar, a mãe deu a permissão para que a cirurgia fosse feita e ficou torcendo por um milagre e contou com o conhecimento e experiência dos médicos. Após a permissão dos pais, os médicos resolveram iniciar a delicada cirurgia. Todo o procedimento durou mais de seis horas. Uma das filhas da americana teve que passar por outras cirurgias bastante delicadas, pois também foi descoberta uma má formação cardíaca na criança.

Inicialmente tudo ocorreu bem, porém os médicos precisavam avaliar as reações das crianças. Para isso, elas ficaram cerca de três meses internadas sobre observação médica no mesmo hospital. Os médicos acompanharam toda a vida das crianças e dois anos depois elas voltaram para passar por exames de rotina. Os médicos ficaram surpreendidos com a grande recuperação que elas tiveram, pois nenhuma deficiência ou sequela foi diagnosticada.

A família dos irmãos ficou imensamente grata ao hospital e a todos os médicos que trabalharam intensamente para que as crianças conseguissem sobreviver à má formação durante a gravidez da mulher.

Confira o vídeo sobre esse fato:

 


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